quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

PARA QUE SERVEM AS PROVAÇÕES?



Por que será que o Senhor Deus sendo tão bondoso, dono do ouro e da prata, permite que cristãos fiéis sofram? Aparentemente é um contra-senso a visão de ímpios vivendo regaladamente, incrédulos se "dando" bem na vida enquanto honestos filhos de Deus estejam comendo a poeira do deserto. Uma corrente filosófica diz que Deus criou mesmo o mundo e os seres humanos, mas que os deixou à mercê das circunstâncias e da própria sorte a semelhança de uma tartaruga marinha. Ele nos corrige e até deixa passar por provações para que depois os olhos de todos vejam o tamanho da bênção que ele reservou para nós.Se você está no deserto comendo poeira e sob sol forte, não desanime. Mantenha-se ocupado na vida material e arranje alguma coisa de Deus para trabalhar na Igreja, no plano espiritual. Não descuide dos exercícios físicos nem da oração. Mantenha equilibrados o corpo e a alma. O Senhor não se esqueceu de você. Ele não vai tirar você do deserto. Nem da fornalha. A presença dele ao seu lado é uma promessa fiel. E um dia, quando você nem estiver esperando mais, ele vai fazer uma maravilhosa supresa!As provações são tempos de nossa vida que antecedem as grandes bênçãos. Basta ser fiel no pouco. E não ficar deitado no pó. Todo dia é dia de se levantar , e orar, e contar os dias que faltam para o dia da sua vitória. É durante as provações que aprendemos como é que se diz: muito obrigado Jesus! Com a alma.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

MEDO QUE SE TRANSFORMA EM FÉ


“... viram Jesus caminhando sobre as águas e se aproximando do barco. Os discípulos ficaram com medo...” [1]


A fé sempre foi a filha do medo. O medo impulsionou Pedro para fora do barco. Ele já tinha navegado entre aquelas ondas. Sabia do que essas tormentas eram capazes. Tinha ouvido outras histórias, visto naufrágios. Conhecia as viúvas. Ele sabia que a tempestade poderia matar e, então, sentiu vontade de sair dali.
Durante toda a noite ele quis escapar dali. Por nove horas, foi arrastado com o barco, lutou com os remos e buscou esperança em cada sombra que aparecia no horizonte. Estava ensopado até a alma e cansado do lamento de morte trazido pelo vento.
Olhe para os olhos de Pedro e você não conseguirá enxergar um homem de convicção.
Procure sua face e não encontrará um semblante forte. Mais tarde, sim, vai vê-lo com coragem no jardim, testemunhar sua devoção no Pentecostes e contemplar sua fé nas epístolas.
Mas não nessa noite. Olhe para seus olhos, agora, e veja o medo; um temor sufocante e trepidante de um homem que não tinha saída.
Mas desse medo nasceria um ato de fé, pois a fé é a filha do medo.
"O temor do Senhor é o princípio da sabedoria",[2] escreveu o sábio.
Pedro poderia ter sido a ilustração do sermão acima.
Se Pedro tivesse visto Jesus caminhar sobre as águas durante um dia calmo e pacífico, você acha que ele teria andado até Jesus?
Nem eu.
Se caso o mar estivesse calmo, sem ondas, como se fosse um tapete, e a viagem agradável, você acha que Pedro teria implorado para que Jesus o tirasse dali e o fizesse passear sobre as ondas? Duvido.
Mas, dê a alguém uma opção de escolha entre a morte certa e uma oportunidade maluca, e verá que a oportunidade sempre será a escolhida.
Grandes atos de fé raramente nasceram de um planejamento ou de um cálculo frio.
Não foi a lógica que fez Moisés erguer seu cajado nas margens do Mar Vermelho.[3]
Não foi uma pesquisa médica que convenceu Naamã a mergulhar sete vezes no rio.[4]
Não foi o bom senso que fez Paulo abandonar a Lei e abraçar a graça.[5]
E não foi um comitê secreto que orou numa pequena sala em Jerusalém para libertar Pedro da prisão.[6] Foi um grupo de crentes temerosos, desesperados, que se sentiram pressionados contra a parede. Foi uma igreja sem opções. Uma congregação de joão-ninguéns pedindo por ajuda.
E mais do que nunca eles foram fortes.
No princípio de um ato de fé, há sempre uma semente de medo.
As biografias de discípulos corajosos sempre iniciam com capítulos de puro pânico.
Temor da morte, do fracasso, da solidão, de uma vida vã, de fracassar em conhecer a Deus.
A fé começa quando você vê Deus na montanha, mas você mesmo está no vale e sabe que está muito fraco para subir. Consegue enxergar o que está precisando... o que tem... e descobre que o que tem não é suficiente para realizar qualquer coisa.
Pedro deu o melhor de si. Porém, o seu melhor não era o bastante.
Moisés tinha um mar em sua frente e um inimigo nas suas costas. Os israelitas poderiam muito bem nadar ou lutar, mas nenhuma das opções era o bastante.
Naamã tinha experimentado outros métodos de cura e consultado adivinhos. Viajar uma longa distância para se meter em um rio de lama não tem muito sentido quando existem rios cristalinos em seu quintal. Mas, que opções ele tinha?
Paulo tinha perfeito conhecimento da lei, era mestre do sistema. Mas um olhar para Deus o convenceu de que sacrifícios e símbolos não eram o bastante.
A igreja em Jerusalém sabia que não havia esperança de libertar Pedro da prisão. Eles tinham cristãos que poderiam lutar, mas eram poucos. Tinham armas, mas não eram potentes. Não precisavam de músculo, precisavam de milagre.
E Pedro também. Ele estava consciente de dois fatos: descia cada vez mais enquanto o Senhor Jesus se levantava. E sabia onde queria estar.
Não há nada errado com essa reação. A fé que se inicia com o temor terminará mais próxima ao Pai.
Já faz algum tempo que fui para o oeste do Texas falar no funeral de um grande amigo da família. Ele tinha criado cinco filhos. Um de seus filhos, Paul, contou uma história sobre uma das mais antigas memórias que tinha sobre seu pai.
Era primavera lá no Texas, ou seja, a estação dos tornados. Paul tinha somente três ou quatro anos de idade naquela época, mas se lembrava claramente do dia em que um tornado atingiu sua pequena cidade.
Seu pai arrastou as crianças para dentro da casa e as fez deitar no chão, enquanto ele mesmo deitava-se sobre um colchão em cima deles. Porém, o pai não estava protegido. Paul se lembrou de ter espiado por debaixo do colchão e visto seu pai de pé ao lado de uma janela aberta, assistindo a nuvem afunilada sacudir e destruir tudo ao longo da pradaria.
Quando Paul viu seu pai, sabia onde queria estar. Desvencilhou-se dos braços da mãe, engatinhou para fora do colchão e correu para abraçar as pernas do pai. — Algo me dizia, continuou Paul — que o lugar mais seguro para estar quando há uma tormenta era perto do meu pai. Algo havia dito a mesma coisa para Pedro.
— "Se é o senhor mesmo, Senhor, " — Pedro disse "mande que eu vá andando em cima da água até onde está."[7]
Pedro não estava testando Jesus; ele estava clamando. Pisar sobre um mar agitado não é um gesto muito lógico; é um gesto de desespero.
Pedro agarrou-se na beirada do barco, colocou uma perna para fora... e depois a outra.
Alguns passos foram dados. Era como se existisse um caminho de rochas sob seus pés. No final do caminho estava a face luminosa do amigo que sempre o encorajava.
Nós fazemos a mesma coisa, não é verdade? Chegamos até Cris-to em horas de grande necessidade. Abandonamos o barco das boas obras. Descobrimos, assim como Moisés, que a força humana não pode nos salvar. Olhamos para Deus desesperadamente. Percebemos, assim como Paulo, que todas as boas obras do mundo são insignificantes quando colocadas diante do único Perfeito. Descobrimos, como Pedro, que transpor o buraco entre nós e Jesus é uma façanha muito grande para o nosso pequenino pé. Então, imploramos por ajuda. Ouvimos sua voz e damos o passo com medo, esperando que nossa pouca fé seja suficiente.
A fé não nasce ao redor de uma mesa de negociações, onde barganhamos nossos dons em troca da bondade de Deus. A fé não é uma recompensa dedicada para quem aprendeu melhor a lição. Não é um prêmio dado ao mais disciplinado. Não é um título herdado pelo mais religioso.
A fé é um mergulho desesperado para fora do barco do esforço humano, que está naufragando; é uma oração pedindo que Deus esteja lá para nos resgatar de dentro da água. Paulo escreveu sobre esse tipo de fé na carta aos Efésios:
"Pois é pela graça de Deus que vocês foram salvos, por meio da fé que vocês têm. Vocês não salvaram a si mesmos. A salvação vem de Deus como um dom, e não como o resultado das obras que alguém fez, para que assim ninguém se orgulhe".[8]
Paulo é bem claro. A força suprema da salvação é a graça de Deus. Não nossas obras, nem nossos talentos, muito menos nossos sentimentos e nossa força.
A salvação é a presença repentina e calma de Deus em meio ao mar agitado de nossas vidas.
Ouvimos sua voz e, então, damos o passo.
Nós, assim como Paulo, estamos cientes de duas coisas: somos grandes pecadores e precisamos de um grande Salvador.
Nós, assim como Pedro, estamos cientes de dois fatos: estamos afundando enquanto Deus está se levantando. E assim, começamos a escalar, deixamos para trás o Titanic da autocorreção e nos firmamos no caminho sólido da graça de Deus.
E, surpreendentemente, somos capazes de caminhar sobre as águas. A morte está desarmada, os fracassos são perdoáveis, a vida tem um propósito real. E Deus não está apenas à nossa vista, mas ao nosso alcance.
Com passos direcionados, porém trêmulos, nos aproximamos dele. Por um momento de força surpreendente, nós nos firmamos sobre suas promessas. Não faz sentido sermos capazes de realizar isso. Não pedimos para sermos dignos de tal dom incrível. Quando as pessoas perguntam como mantemos nosso equilíbrio durante tempos de tormenta, não nos gabamos. Não nos vangloriamos. Apontamos, sem nenhuma vergonha, para Aquele que torna tudo isso possível.
Nossos olhos estão nele.
E assim é como cantamos: "Nem trabalho, nem penar pode o pecador salvar; só tu podes, bom Jesus, dar-me vida, paz e luz".[9]
Declaramos também: "Em nada ponho a minha fé, senão na graça de Jesus; no sacrifício remidor, no sangue do bom Redentor."[10]
E, explicamos: "Foi a graça que ensinou o temor ao meu coração, e aliviou os meus medos."[11]
Alguns de nós, diferentemente de Pedro, nunca olhamos para trás.
Outros, assim como Pedro, sentem o vento e se assustam.[12]
Talvez estejamos enfrentando o vento do orgulho: "Afinal de contas, eu não sou um pecador tão mau assim. Olhe para o que eu posso fazer."
Ou pode ser o vento do legalismo: "Eu sei que Deus está tomando conta de parte disso, mas eu tenho que cuidar do resto."
A maioria de nós, no entanto, encara o vento da dúvida: "Eu sou muito ruim para Deus me tratar desse jeito. Não mereço ser resgatado."
E para baixo nós vamos. Com o peso do reboque da mortalidade, afundamos. Arquejando e nos debatendo, caímos num mundo escuro e úmido. Abrimos os olhos e vemos somente a escuridão. Tentamos respirar, mas não existe ar. Batemos mãos e pés para conseguirmos voltar à superfície.
Com as cabeças quase para fora da água, temos de tomar uma decisão.
Os orgulhosos perguntam: "Devemos esconder nossa face e nos afogar no orgulho? Ou devemos gritar por ajuda e pegar na mão de Deus?".
Os legalistas questionam: "Devemos afundar sob o peso da Lei? Ou devemos abandonar os códigos e implorar por graça?".
Os duvidosos perguntam: "Devemos alimentar nossas dúvidas com murmurações do tipo, `Eu realmente o desprezei dessa vez?' ou esperamos que o mesmo Cristo que nos chamou para fora do barco, nos chamará também para fora do mar?".
Sabemos qual foi a decisão de Pedro.
“... e começou a afundar e gritou: Salve-me, Senhor!”[13]“E Jesus imediatamente estendeu a sua mão, e o segurou...”[14]
Também conhecemos a escolha de um outro marinheiro numa outra tempestade.
Embora separado por dezessete séculos, esse marinheiro e Pedro se aproximam muito por várias notáveis semelhanças:
• Ambos ganharam a vida no mar.• Ambos encontraram o Salvador após uma longa batalha em meio a tempestade.• Ambos, temerosos, encontraram o Pai e seguiram-no com fé.• Ambos saíram do barco e se tornaram pregadores da Verdade.
Você conhece a história de Pedro, o primeiro marinheiro. Deixe-me contar sobre o segundo, cujo nome é John.
Ele serviu nos mares desde que tinha onze anos. Seu pai, um comandante inglês de navio mercante, no Mediterrâneo, levou-o para o exterior e treinou-o para uma vida na Marinha Real.
Mas, o que John tinha ganhado em experiência, tinha perdido em disciplina. Ele desafiava as autoridades, andava com pessoas erradas, metia-se em caminhos tortuosos. Embora seu treinamento o houvesse qualificado para servir como um oficial, seu comportamento fez com que ele fosse punido e rebaixado.
Quando tinha cerca de vinte anos de idade, John viajou para a África, onde se envolveu com o lucrativo comércio de escravos. Aos vinte e um anos, ganhava a vida com o Greyhound, um navio negreiro que cruzava o oceano Atlântico.
John ridicularizava a moral e zombava de assuntos religiosos. Até fazia piadas sobre um livro que, no final de tudo, remodelaria sua vida: A imitação de Cristo. Na verdade, ele estava desprezando aquele livro poucas horas antes do navio entrar no meio de uma grande tempestade.
Naquela noite, o mar agrediu o Greyhound, levando o navio, em prazo de minutos, para o topo de uma onda e baixando-o de volta para o fundo das águas.
John foi desperto entre as águas que enchiam sua cabine. Um lado do Greyhound tinha colidido. Era comum de se esperar que tal dano teria levado o navio para o fundo em questão de minutos. Porém, o Greyhound foi carregado como uma carga flutuante e permaneceu na superfície.
John trabalhou durante toda a noite para consertar o estrago. Por nove horas, ele e os outros marinheiros lutaram para não deixar que o navio afundasse. Mas ele sabia que era uma causa perdida. Finalmente, quando as esperanças estavam mais danificadas que a embarcação, ele se atirou no convés cheio de água salgada e clamou:
— Se isso não funcionar, então que o Senhor tenha misericórdia de nós.
John não merecia misericórdia, mas mesmo assim a recebeu. O Greyhound e sua tripulação sobreviveram.
John nunca se esqueceu da misericórdia demonstrada por Deus naquele dia tempestuoso, em meio ao feroz oceano Atlântico. Ele retornou à Inglaterra onde se tomou um grande compositor.
Você já ouviu algumas de suas músicas.
Esse traficante de escravos, que se tornou compositor, era John Newton, o autor de uma das músicas mais famosas mundialmente: Amazing Grace.
Amazing grace! how sweet the sound,That saved a wretch like me!I once was lost, but now am found,was blind, but now I see.[15]
[Ó Graça maravilhosa! Quão doce o somQue salvou um desaventurado como euEu estava perdido, mas, agora salvoFui cego, mas agora vejo.]
Ao longo de suas composições, ele também se tornou um poderoso pregador. Por quase 50 anos, encheu os púlpitos e as igrejas com a história do Salvador que nos encontrou no meio de uma tempestade.
Um ou dois anos antes de sua morte, as pessoas insistiam para que parasse de pregar por causa de sua visão deficiente.
— O quê??? — e então explicava — O blasfemo africano também vai parar enquanto puder falar?
Ele não pararia. Não poderia parar. O que tinha começado com uma oração temerosa resultou numa vida inteira de fé. Durante os seus últimos anos, alguém lhe perguntou sobre sua saúde. Ele confessou que suas forças já estavam enfraquecidas.
— Minha memória já quase se foi. — ele disse Mas ainda me lembro de duas coisas: sou um grande pecador e Jesus é um grande Salvador.
Do que mais precisamos nos lembrar?
Dois marinheiros e dois mares. Duas embarcações em duas tempestades. Duas orações temerosas em duas vidas de fé. Como união dessas duas histórias, está o Salvador, um Deus que caminhará através do inferno ou sobre as águas a fim de estender a mão auxiliadora para um filho que clama por socorro.
[Para mais de Max Lucado visite a página oficial de Max em Português: http://www.maxlucado.com.br/max/]
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[1] João 6:19
[2] Provérbios 9:10
[3] Êxodo 14:15,16
[4] 2 Reis 5:13,14
[5] Romanos 3
[6] Atos 12:6-17
[7] Matueus 14:28
[8] Efésios 2:8-9
[9] "Roche eterna", por Augustus M. Toplady (Salmos, Hinos e Cânticos Espirituais, Editora Vida Cristã, São Paulo)
[10] "Firmeza", por Edward Mote (Cantor Cristão, JUERP, Rio de Janeiro). Traudizdo para o português por Francisco Caetano Borges da Silva.
[11] "Amazing Grace", por John Newton.
[12] Mateus 14:30
[13] Idem
[14] Mateus 14:31
[15] "Amazing Grace", por John Newton.

O livro de Max Lucado do qual este texto foi extraído, "Um Dia Na Vida De Jesus", pode ser encomendado da Editora Vida Cristã

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

CUIDADO COM O QUE VOCÊ ESCUTA,VÊ, E CONVERSA


Bem aventuado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios…Antes tem seu prazer na lei do Senhor…Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros…e tudo quanto fizer prosperará…Porque o Senhor conhece o caminho dos justos…” - Salmos 1 a 6

Uma mulher, está passando por uma crise em seu casamento. O homem que tanto amava e que era carinhoso já não é mais o mesmo. Parece até que o príncipe virou sapo…Desesperada se encontra com suas três amigas, então ela começa a se desabafar com elas, contando tudo o que está acontecendo em seu relacionamento e em seu lar.Essa cena parece normal, talvez você também esteja com algum problema em sua casa, e então desabafa, pede conselhos a sua vizinha ou até mesmo para sua melhor amiga.Quando estamos com algum problema somos tão imprudentes, somos desesperados achando que a pessoa” x” tem a solução para o problema “y”.Essa mulher ouve suas amigas que logo falam para ela conselhos que no lugar de melhorar a situação acaba piorando mais ainda. São conselhos de pessoas ímpias, que não conhecem a palavra e o poder de Deus, vivem na maré deste mundo, “divórcio, dar o troco, e por ai vai…conselhos tolos”.
O salmista já nos precaveu a respeito de conselhos dos ímpios “”Bem aventuado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios…”Ah, como somos tolos, deixamos conselhos dos ímpios entrarem em nossos lares por fim em nossas vidas.

Cuidado com o que você vê e ouve na televisão
A televisão, é uma das maneiras a qual permitimos que os conselhos tolos e ímpios entrem em nosso lar.
– Novelas uma arma diabólica
As novelas em geral tem a mesmas estórias, em todas elas tem o adultério, prostituição, homossexualismo e outros males para a família e conseqüentemente para a sociedade.Muitas vezes “nós” servos de Deus, estamos torcendo pra fulana ficar com sicrano, mesmo cometendo um adultério.Nós seres humanos nos acostumamos com tudo rapidamente, pois nosso cérebro capita tudo e então achamos tudo normal…A televisão tem dois poderes que atinge em cheio a mente humana, ela entra nas duas “portas de entradas” que temos essas portas são audição e a visão.Na telinha vemos e ouvimos exemplos que acabam influenciando qualquer pessoa, seja a mais “santa” ou mais incrédula… Quando tudo parece normal, ai é que o negócio fica feio!

Na rodinha de “amigos”
O ser humano não foi gerado para viver sozinho, ele tem a necessidade de conviver com mais pessoas.Além disso estamos no mundo terreno, bem na verdade é que não somos deste mundo, mas estamos peregrinando aqui, encontramos e convivemos com diversos tipos de pessoas, na qual tem fé e credos diferentes do nosso.A ideologias deste mundo e seus costumes estão cada vez mais distante da Palavra de Deus, se não tomarmos cuidado essas ideologias e costumes entraram em nossas vidas e não teremos mais forças para seguir a Cristo.O Salmista também nos alertou sobre andar e sentar com os ímpios e escarnecedores.Os ímpios são os que vivem no pecado e que tem prazer nele. Os escarnecedores são aqueles que zombam de alguém ou do evangelho de Cristo…É impossível nós não nos relacionarmos com esses tipos de pessoas, mas eles não devem ser os nossos “melhores” amigos, não devem ser aqueles na qual sentamos, trocamos idéias e nos confraternizamos…Infelizmente no nosso meio cristão, temos muitos escarnecedores e ímpios, fujamos desse tipo de pessoa. Pois seus conselhos são tolos e insanos!

Conseqüência de quem segue os conselhos dos ímpios
Os que se verdearem, seguirem os conselhos e caminhos dos ímpios, o salmista registra suas conseqüências:- Serão como a moinha que o vento espalha - Ou seja, será enganado por coisas que não dão um bom resultado, são enganados por qualquer coisa, doutrinas etc…- Não subsistirão no juízo, nem na congregação dos justos - Por maus conselhos, e más influências essa pessoa sofrerá muitíssimo na terra e na eternidade.O casamento, família, emprego não irão subsistir, irão se desmoronar por conselhos tolos, que não são firmados pela verdade…A pessoa que serve a Deus, quando para de seguir o conselho da Palavra acaba se desviando, abandonando a fé…- Por fim, o seu caminho perecerá… Você viu as conseqüências de quem segue, ouve os conselhos dos ímpios?
Mas tenho uma boa noticia pra você que não participa das rodas dos ímpios que não se aconselha com os mesmos.
Conseqüência de quem tem prazer na lei de DeusNa Bíblia Sagrada, temos respostas para todos os problemas, encontramos conselhos para todas as situações… Juntamente com a oração temos grande poder de vencer as dificuldades do dia-dia.O salmista relata ainda em Salmo 1, as características e recompensa daquele que não segue e que nem se assenta junto aos ímpios…Aquele que tem prazer na Lei do Senhor e que medita de dia e de noite é:- Bem aventurado - Em outra tradução Bíblica é COMO É FELIZ… Mesmo com problemas, a pessoa que ama a lei, a Palavra de Deus, ela é feliz, porque encontra conforto, segurança e paz.- É frutífero e próspero – A pessoa passa por situações difíceis, mas é “frutífero”, ou seja consegue vencer os problemas, o casamento é restaurado, a vida é transformada seja qual for o problema, quando seguimos a Palavra de Deus e amamos a sua lei, somos mais que vencedores. Próspero, essa prosperidade pode ser financeira, mas nem todos serão cheios de dinheiro, mas a maior prosperidade que podemos ter é JESUS EM NOSSOS LARES EM NOSSAS VIDAS, essa prosperidade o dinheiro não pode comprar… E ainda quando morrermos iremos morar com ELE nos céus, pisar nas ruas de ouro…Podemos dizer que aquele que tem prazer na lei do Senhor é como a arvore plantada junto ao ribeiro de águas, o Ribeiro é Deus as águas é a sua Palavra que nos alimenta, sustenta e que nos dá a direção correta para solucionar os problemas.
Melhor do que ver, ouvir e conversar com pessoas ímpias é ver, ouvir e conversar com Deus, porque somos justificados no sangue de JESUS, e o SENHOR conhece os caminhos dos JUSTOS..
Se você está se assentando juntos aos ímpios, seguindo seus conselhos, ainda tem uma solução, essa solução se chama CONVERTER:Con DEUSver Deuster Deus

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A BALANÇA DO JUÍZO DE DEUS

Todos os caminhos do homem são retos aos seus próprios olhos,mas Deus pesa os espíritos"Provérbios 16:2.

O livro de Jó tem tesouros de sabedoria riquíssimos e inigualáveis entre a literatura mundial. Embora esteja entre os livros bíblicos classificados como "Velho Testamento," a contextualização de seu assunto principal transcende "testamentos" e é sempre é atual. Em tempos de grande hipocrisia em que a corrupção é "virtude" consagrada pelos homens e o temor de Deus um "defeito" de caráter - este livro contém lições de elevado zelo moral para os olhos e ouvidos de quem não perdeu ainda a sensibilidade à voz de Deus. Deus pesou uma boa medida de sua graça e misericórdia para cada um. É bom ficar atento com o outro prato da balança.Deus apreciava quatro fundamentos no caráter de Jó. Sinceridade, retidão, temor de Deus e compromisso com a justiça. A consciência de Jó era sensível e cativa aos ensinamentos da palavra de Deus. Nos dias de hoje, em meio a uma sociedade tão distanciada de Deus, Jó seria motivo de risadas e classificado com "trouxa". Jó estaria totalmente deslocado e antiquado perante aquilo que a literatura brasileira definiu e consagrou com apenas três palavras "Lei de Gerson". Traduzindo: diante de qualquer situação, a melhor alternativa é aquela que vai lhe dar vantagem em tudo.A Lei de Gerson praticada, sim, em todos os cantos deste país por cidadãos comuns e autoridades de todos os níveis tem sido repugnante diante dos olhos de Deus. Se ela vai ser escoimada nesta geração ou não, é difícil dizer, mas se alguém ainda tem temor de Deus deve parar e pesar com cautela as próprias ações, pois nenhuma corrupção vai ficar escondida debaixo do tapete. Assim está escrito na Palavra de Deus: "O que fizeste em oculto, trarei este negócio à luz do sol."Quais eram os argumentos de Jó para com Deus, quando foi injustamente acusado por seus amigos de colher todas aquelas desgraças? Em condições de normalidade qualquer um pode se justificar diante dos amigos que não "pisou" na bola. Mas eu duvido que alguém, depois de ter perdido todos os filhos, toda fazenda, a saúde e ganhado o desprezo da comunidade ainda continuaria replicando que tinha um concerto com Deus e que não encontrava em seu coração um motivo justificasse tantas aflições.As justificativas de Jó fizeram calar a voz de seus "amigos" que na verdade estavam ali não para confortá-lo, mas irritados passaram a condená-lo, com base em juízos teóricos. E do vale mais profundo de sofrimento, Jó abriu a sua boca e não se calou diante da injustiça das palavras deles. Lembrou a eles, e com certeza Deus ouviu sua defesa, de que não tinha lugar para corrupção, indiferença e omissão em sua vida. Jó disse, que não tinha por costume cobiçar o corpo de jovens com fantasias sexuais; Jó disse que não era dissimulado nem homem de duas palavras; disse Jó que não andava pelo caminho da incredulidade nem apegado ao materialismo; Jó disse que não rondava a porta do próximo em busca de adultério; Jó disse que não passava por cima dos direitos trabalhistas de seus servos; disse Jó que não tinha por costume reter o direito da viúva nem se esquecia de ajudar os que sabia estar em necessidades; disse Jó que não se esquecia dos que andavam nus e sem agasalhos para o frio; Jó disse que não humilhava o órfão ou necessitado em busca de ajuda, na porta de sua casa; Jó afirmou que não punha a segurança de sua vida no ouro e nas riquezas; disse Jó que não se alegrava quando sua fazenda crescia com muita fartura cuidando ser ele próprio o autor do seu sucesso; Jó afirmou que estava atento à soberba e que nunca buscava a própria glória do sol ou da lua; Jó fez questão de afirmar que não se alegrava com as desgraças dos inimigos nem dizia: Bem feito! quando eles caíam; Jó lembrou que fazia hospitalidade; por fim disse Jó que não colocava a culpa nos outros quando o erro era seu.Deus tem uma balança fiel que pesa todos os atos da vida. Posso imaginar uma balança com dois pratos: um deles está abaixado com o peso da graça e da longanimidade de Deus. No outro prato estão as suas obras. Então você - leitor - que não tem nenhum compromisso com Deus vai pensar: "Até hoje eu não dou a mínima para Deus e minha vida continua cada vez melhor. Estou fazendo tudo o que quero e nada aconteceu. Se Deus existe ele não está nem aí! "Ou pode ser que você - leitor - seja até mesmo um cristão de duas caras, que leva uma vida miserável no pecado, mas oculto aos olhos de todos. Saiba que um dia o prato da balança onde estão as (más) obras vai ficar equilibrado com o peso da misericórdia de Deus. O próximo ato de injustiça ou corrupção que você praticar vai jogar o prato da balança lá embaixo e Deus vai cobrar de uma só vez, todas as injustiças que estão dentro dele.A balança do juízo de Deus não falha. Jó tinha palavras para argumentar que era sincero, reto, temente a Deus e que se desviava do mal. Deus levou isto em conta e restaurou sua saúde e deu-lhe duas vezes mais o que havia perdido. Depois da provação, Jó foi muito mais bem-aventurado e próspero que no começo. Ele foi pesado na balança de Deus e foi achado fiel. O tesouro de Jó não estava na fama nem na fortuna. A maior riqueza de Jó era a presença de Deus em sua vida, adquirida pelo temor de Deus. No dia da pesagem o prato não virou.Querido leitor, como está o peso de sua alma na balança de Deus? Você está em falta? Antes que o outro prato da balança vire, e Deus exponha perante o sol sua vida de corrupção e hipocrisia, tome uma atitude correta: procure a Igreja Evangélica mais perto de casa, para aceitar Jesus e fazer um concerto com Deus. Se você acha que tem sido uma fraude, um hipócrita, um corrupto, mas quer mudar de vida, não perca tempo. Não deixe que mais um ano passe com sua vida no pecado. Jesus é um presente de Deus. Aceite Jesus e receba o perdão de Deus!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

GÊNESIS 22 - DEUS MANDA ABRAÃO MATAR SEU FILHO ISAQUE

O QUE FEZ ABRAÃO DIZER QUE AMBOS VOLTARIAM?
O QUE DEUS ESTAVA MOSTRANDO PARA ABRAÃO COM O CARNEIRO?
QUAIS FORAM AS PROMESSAS DE DEUS PARA ABRAÃO?
•1ª PROMESSA ESTÁ EM Gn 15.4,5 ONDE DEUS FALA SOBRE A SEMENTE DE ABRAÃO E DA SUA REPRESENTAÇÃO;
•2ª PROMESSA ESTÁ DO VERSO 13 AO 16 DO MESMO CAPÍTULO, ONDE DEUS FALA SOBRE A TERRA;
•COMO PODEMOS AFIRMAR QUE ABRAÃO ENTENDEU?
ESTÁ EM Jo 8.56

AS PROMESSAS ERAM DE 3 ÂMBITOS:
•1ª TERRITORIAL
•2ª MINISTERIAL
•3ª GENEALÓGICO

AGORA VEM A ORDEM DE SACRIFÍCIO:

•O QUE PASSA AGORA PELA CABEÇA DE ABRAÃO?
ABRAÃO SE DESESPEROU?
ABRAÃO FICOU DESNORTEADO?
ABRAÃO DESOBEDECEU?
O QUE FEZ ABRAÃO?
OBEDECEU, POIS PENSAVA PARA ISAQUE SER UMA HONRA MORRER EM HOLOCAUSTO PARA DEUS.
•ELE OBEDECEU E AINDA DISSE ÀQUELES QUE OS ACOMPANHAVAM QUE IRIA VOLTAR ELE E O GAROTO.
•ERA UMA PALAVRA PROFÉTICA?
•ERA UM DEVANEIO?
•ERA FÉ?
•VAMOS VER EM Hb 11.17,18 A RESPOSTA PARA ISTO.
•QUANDO ELE SUBIU, O SEU PENSAMENTO ERA SOBRE A DESCENDÊNCIA (PROMESSA), PORTANTO IMAGINAVA E ACREDITAVA QUE DEUS ERA PODEROSO PARA RESSUSSITAR ISAQUE DOS MORTOS.

ABRAÃO FALOU CORDEIRO, E FOI ISSO QUE DEUS PROVEU?
•NÃO, FOI UM CARNEIRO.
•QUAL A DIFERENÇA ENTRE UM CORDEIRO E UM CARNEIRO?
SIMPLESMENTE A IDADE E O TAMANHO.

O QUE REPRESENTAVA
ABRAÃO = DEUS
ISAQUE = A HUMANIDADE
CORDEIRO:
PARA DEUS, JESUS NA VISÃO DE JOÃO BATISTA
PARA ABRAÃO REPRESENTAVA ISAQUE E SUA INOCÊNCIA
CUTELO = JUSTIÇA DE DEUS
CARNEIRO = ERA A VISÃO DE JESUS

O QUE DEUS ESTAVA MOSTRANDO COM O CARNEIRO?
•RESPOSTA: Deus cumpriu sua promessa, pois quando mostrou o carneiro, mostrou Jesus na fase adulta, e que morreu desde a fundação do mundo. (Ap 13.8)
•Deus estava mostrando para Abraão, “já está tudo preparado (Fl 3.20,21)
•Deus nunca está atrasado, sempre está a frente do que podemos enxergar. (Hb 11.19)

A MULHER DO FLUXO DE SANGUE

Por que a mulher do fluxo de sangue estava trêmula?
Passagens que expressam isto:
Mc 5.25-34 e Lc 8.43-48
Para termos a resposta vamos nos apoiar nos textos:
Lv 15.1-30 e Nm 5.1-4

domingo, 13 de setembro de 2009

A CRUCIFICAÇÃO DE CRISTO

A CRUCIFICAÇÃO DE CRISTO,
A PARTIR DE UM PONTO DE VISTA MÉDICO
de C. Truman Davis

Lendo o livro de Jim Bishop “O Dia Que Cristo Morreu”, eu percebi que durante vários anos eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, que havia crescido calos em meu coração sobre este horror, por tratar seus detalhes de forma tão familiar - e pela amizade distante que eu tinha com nosso Senhor. Eu finalmente havia percebido que, mesmo como médico, eu não entendia a verdadeira causa da morte de Jesus. Os escritores do evangelho não nos ajudam muito com este ponto, porque a crucificação era tão comum naquele tempo que, aparentemente, acharam que uma descrição detalhada seria desnecessária. Por isso só temos as palavras concisas dos evangelistas “Então, Pilatos, após mandar açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado.”
Eu não tenho nenhuma competência para discutir o infinito sofrimento psíquico e espiritual do Deus Encarnado que paga pelos pecados do homem caído. Mas parecia a mim que como um médico eu poderia procurar de forma mais detalhada os aspectos fisiológicos e anatômicos da paixão de nosso Senhor. O que foi que o corpo de Jesus de Nazaré de fato suportou durante essas horas de tortura?
O SUOR COMO GOTAS DE SANGUE

O sofrimento físico de Jesus começou no Getsêmani. Em Lucas diz: "E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra." (Lc 22:44) Todos os truques têm sido usados por escolas modernas para explicarem esta fase, aparentemente seguindo a impressão que isto não podia acontecer. No entanto, consegue-se muito consultando a literatura médica. Apesar de muito raro, o fenômeno de suor de sangue é bem documentado. Sujeito a um stress emocional, finos capilares nas glândulas sudoríparas podem se romper, misturando assim o sangue com o suor. Este processo poderia causar fraqueza e choque. Atenção médica é necessária para prevenir hipotermia.
Após a prisão no meio da noite, Jesus foi levado ao Sinédrio e Caifás o sumo sacerdote, onde sofreu o primeiro traumatismo físico. Jesus foi esbofeteado na face por um soldado, por manter-se em silêncio ao ser interrogado por Caifás. Os soldados do palácio tamparam seus olhos e zombaram dele, pedindo para que identificasse quem o estava batendo, e esbofeteavam a Sua face.
O AÇOITE

O soldado romano dá um passo a frente com o flagrum (açoite) em sua mão. Este é um chicote com várias tiras pesadas de couro com duas pequenas bolas de chumbo amarradas nas pontas de cada tira. O pesado chicote é batido com toda força contra os ombros, costas e pernas de Jesus. Primeiramente as pesadas tiras de couro cortam apenas a pele. Então, conforme as chicotadas continuam, elas cortam os tecidos debaixo da pele, rompendo os capilares e veias da pele, causando marcas de sangue, e finalmente, hemorragia arterial de vasos da musculatura.
As pequenas bolas de chumbo primeiramente produzem grandes, profundos hematomas, que se rompem com as subseqüentes chicotadas. Finalmente, a pele das costas está pendurada em tiras e toda a área está uma irreconhecível massa de tecido ensangüentado. Quando é determinado, pelo centurião responsável, que o prisioneiro está a beira da morte, então o espancamento é encerrado.
Então, Jesus, quase desmaiando é desamarrado, e lhe é permitido cair no pavimento de pedra, molhado com Seu próprio sangue. Os soldados romanos vêm uma grande piada neste Judeu, que se dizia ser o Rei. Eles atiram um manto sobre os seus ombros e colocam um pau em suas mãos, como um cetro. Eles ainda precisam de uma coroa para completar a cena. Um pequeno galho flexível, coberto de longos espinhos é enrolado em forma de uma coroa e pressionado sobre Sua cabeça. Novamente, há uma intensa hemorragia (o couro do crânio é uma das regiões mais irrigadas do nosso corpo).
Após zombarem dele, e baterem em sua face, tiram o pau de suas mãos e batem em sua cabeça, fazendo com que os espinhos se aprofundem em sua cabeça. Finalmente, cansado de seu sádico esporte, o manto é retirado de suas costas. O manto, por sua vez, já havia aderido ao sangue e grudado nas feridas. Como em uma descuidada remoção de uma atadura cirúrgica, sua retirada causa dor toturante. As feridas começam a sangrar como se ele estivesse apanhando outra vez.
A CRUCIFICAÇÃO

A crucificação começa: Jesus é oferecido vinho com mirra, um leve analgésico. Jesus se recusa a beber. Simão é ordenado a colocar a barra no chão e Jesus é rapidamente jogado de costas, com seus ombros contra a madeira. O legionário procura a depressão entre os osso de seu pulso. Ele bate um pesado cravo de ferro quadrado que traspassa o pulso de Jesus, entrando na madeira. Rapidamente ele se move para o outro lado e repete a mesma ação, tomando o cuidado de não esticar os ombros demais, para possibilitar alguma flexão e movimento. A barra da cruz é então levantada e colocado em cima do poste, e sobre o topo é pregada a inscrição onde se lê: "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus".
O pé esquerdo agora é empurrado para trás contra o pé direito, e com ambos os pés estendidos, dedos dos pés para baixo, um cravo é batido atraves deles, deixando os joelhos dobrados moderadamente. A vítima agora é crucificada. Enquanto ele cai para baixo aos poucos, com mais peso nos cravos nos pulsos a dor insuportável corre pelos dedos e para cima dos braços para explodir no cérebro – os cravos nos pulsos estão pondo pressão nos nervos medianos. Quando ele se empurra para cima para evitar este tormento de alongamento, ele coloca seu peso inteiro no cravo que passa pelos pés. Novamente há a agonia queimando do cravo que rasga pelos nervos entre os ossos dos pés.
Neste ponto, outro fenômeno ocorre. Enquanto os braços se cansam, grandes ondas de cãibras percorrem seus músculos, causando intensa dor. Com estas cãibras, vem a dificuldade de empurrar-se para cima. Pendurado por seus braços, os músculos peitorais ficam paralisados, e o músculos intercostais incapazes de agir. O ar pode ser aspirado pelos pulmões, mas não pode ser expirado. Jesus luta para se levantar a fim de fazer uma respiração. Finalmente, dióxido de carbono é acumulado nos pulmões e no sangue, e as cãibras diminuem. Esporadicamente, ele é capaz de se levantar e expirar e inspirar o oxigênio vital.
Uma esponja molhada em “posca”, o vinho azedo que era a bebida dos soldados romanos, é levantada aos seus lábios. Ele, aparentemente, não toma este líquido. O corpo de Jesus chega ao extremo, e ele pode sentir o calafrio da morte passando sobre seu corpo. Este acontecimento traz as suas próximas palavras - provavelmente, um pouco mais que um torturado suspiro “Está consumado!”. (João 19:30)
Sua missão de sacrifício está concluída. Finalmente, ele pode permitir o seu corpo morrer.
Com um último esforço, ele mais uma vez pressiona o seu peso sobre os pés contra o cravo, estica as suas pernas, respira fundo e grita seu último clamor: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!” (Lucas 23:46).
CONCLUSÃO

Aparentemente, para ter certeza da morte, um soldado traspassou sua lança entre o quinto espaço das costelas, enfiado para cima em direção ao pericárdio, até o coração. O verso 34 do capítulo 19 do evangelho de João diz: "E imediatamente verteu sangue e água." Isto era saída de fluido do saco que recobre o coração, e o sangue do interior do coração. Nós, portanto, concluímos que nosso Senhor morreu, não de asfixia, mas de um enfarte de coração, causado por choque e constrição do coração por fluidos no pericárdio.
Assim nós tivemos nosso olhar rápido – inclusive a evidência médica – daquele epítome de maldade que o homem exibiu para com o Homem e para com Deus. Foi uma visão terrível, e mais que suficiente para nos deixar desesperados e deprimidos.

PORQUE JESUS NÃO BATIZAVA?

• Batismos citados pela Bíblia:
1. Batismo em Moisés (1Co 10.1,2)
2. Batismo nas águas (de João Mt 3.1-7 e Jo 1.19-27)
3. Batismo dos homens (Mt 28.19)
4. Batismo no Espírito e com o Espírito (Mt 3.11) (Jo 14.1,16,17)Promessa (At 1.4,5)

Havia uma promessa de Deus que Jesus batizaria no Espírito (regeneração – nova vida) e com Espírito representado pelo fogo (poder)
Então tudo o que foi visto antes, era sombra para o que iria acontecer e ser realizado por Jesus depois. Por isso Jesus não batizava.

JEJUM

Qual a forma correta de jejuar? Para que jejuar?
• Primeiro temos que entender SACRIFÍCIO EXPIATÓRIO DE CRISTO. ( Rm 10.19 / Mc 16.16 / At 16.31 – 13.28 – 26.18 / Jo 3.16,17 – 1.12 / Hb 9.26 )

• Para mortificar a carne ( Rm 8.13 )

• Para ajudar gerar fé (Mc 9.14-19)

• Para se conquistar algo e derrubar as obras malígnas (1 Co 16.8,9)

PAULO ERA HEBREU OU ROMANO?

• (Fp 3.5; At 22.22-28; At 16.33-40)
• Portanto a Bíblia nos revela que Paulo era considerado tanto hebreu, quanto romano. Isto devido à utilidade que seu pai tinha para os romanos, na Silícia, que era uma província rica de Roma, e quem nascia lá era considerado romano de nascença.

QUAIS OS TRÊS REQUISITOS PARA SER CONSIDERADO APÓSTOLO?

• Tem que ter visto o Senhor
• Tem que ter aprendido diretamente com Jesus
• Tem que ser chamado por Jesus
(Mc 3.13-19; Mt 10.1-4; Lc 6.12-16)

Então porque Paulo é considerado apóstolo?(Rm 11.13)

Ter visto (At 9.17; 1 Co 15.5-10; 1 Co 9.1)
Ter aprendido (Gl 1.1-24; 1 Co 11.23-26; 2 Co 12.1-12)
Chamado (Gl 1.1; 1 Tm 1.1; Ef 1.1; Cl 1.1;
• Tem que ter visto o Senhor
• Tem que ter aprendido diretamente com Jesus
• Tem que ser chamado por Jesus
(Mc 3.13-19; Mt 10.1-4; Lc 6.12-16)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

EVANGELISMO: VALE A PENA ENTREGAR FOLHETO?


Alguma vez você já se perguntou qual o resultado da distribuição de folhetos?
O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde a essa pergunta:
“É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou a alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?” Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!” O homem logo começou com sua história:“Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na Rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo.”Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:“Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: ‘Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”.Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho. Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:“Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?’ – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.“Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: ‘Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?’ – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente . Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.“Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: ‘Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer a minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”. Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires. Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história:“Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para o outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou as minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.http://arsenaldocrente.blogspot.comSó Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.
Extraído de www.worldmissions.com – Redação final: Werner Gitt. Publicado na revista Chamada da Meia-Noite.
ESTE TEXTO FOI PUBLICADO NO BLOG "ARSENAL DO CRENTE"

quinta-feira, 30 de julho de 2009

NOSSA VIDA CRISTÃ

Uma reflexão no livro de Tiago...
A FÉ SEM OBRAS É MORTA

“Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (1. 22)“Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã. A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (1.26-27)“Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo?” (2. 10)“Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta” (2.17)“Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem” (2.19)“Não foi por obras que Abraão, o nosso pai, foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? Vês como a fé operava juntamente com as suas obras; com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou” (2.21-22)“Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não somente por fé” (2.24)“Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta” (2.26)

AS OBRAS DA NOSSA FÉ
Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo” (3.2)“A língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero. Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim. Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso?” (3.8-11)“Quem entre vós é sábio e inteligente? Mostre em mansidão de sabedoria, mediante condigno proceder, as suas obras” (3.13)“A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento” (3.17)“Não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (4.4)

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Chega de insistirmos em ser “amigos” do mundo, em fazer concessões a ele, em servir a dois senhores ao mesmo tempo. A Palavra de Deus constantemente nos afirma que não é possível agradar a Deus dessa forma!Chega de insistirmos em sermos os novos fariseus, que buscavam a Deus com suas bocas, mas mantinham seus corações longe da vontade do Senhor; que faziam infinitas obras maravilhosas aos olhos dos homens, mas suas motivações em nada agradavam ao Senhor.Chega de insistirmos em dizer que “Acreditamos em Deus e em Jesus”! Que há de glorioso nisso? Até mesmo os demônios conhecem o poderio de Deus, até mesmo os demônios reconhecem que Jesus é o Filho de Deus, o Messias, Aquele que é capaz de destruí-los com uma só palavra de sua boca! Como podemos achar que somos pessoas “diferentes” apenas por declarar que acreditamos que “Deus é Deus”?Nossa fé precisa ultrapassar o limite das palavras e alcançar o agir, as obras, com as verdadeiras motivações, em espírito e em verdade! Não “religiosidade”, não “ativismo”, não o “muito fazer” dentro de nossas igrejas, em ministérios, aparecendo aos olhos dos homens e recebendo o seu reconhecimento. Mas nas pequenas coisas, aquelas invisíveis aos olhos humanos, aqueles momentos em que nossos irmãos em Cristo não nos vêem e não nos julgam: aquilo que nós PENSAMOS, aquilo que nós SENTIMOS, aquilo que nós FALAMOS, aquilo que nós transmitimos com nossa simples presença.Em que temos sido diferentes dos incrédulos, daqueles que ainda não conheceram a Verdade do Senhor, daqueles que ainda não nasceram de novo? EM QUE? Temos falado de forma diferente? Temos tido pensamentos e sentimentos diferentes? Temos tido pureza em nossas ações e motivações? Temos sido SANTOS, como NOSSO DEUS é Santo?Exagero? Exagero é o que este mundo tem feito com as vidas dos Filhos de Deus! Matado, destruído, criado pessoas solitárias, sem identidade, que nunca se acham amadas, sem sonhos, inseguras, infelizes, insatisfeitas, estressadas, cheias de amargura, rancor, inveja, orgulho... Nós não fomos criados pra viver dessa forma! Jesus morreu para que tenhamos vida em ABUNDÂNCIA! Mas nós temos aceitado como NORMAL o padrão do mundo, enquanto achamos EXAGERADO o padrão de Deus!Onde está a nossa FÉ?

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“Senhor, ensina-me, dia após dia, a ser Fiel a Você nas mínimas coisas, em meus pensamentos, em meus desejos, sentimentos, palavras, atitudes... Ensina-me a ser como Você é, Jesus!”
“Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. Ora, se invocais como Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação” (I Pedro 1.14-17)

terça-feira, 28 de julho de 2009

SE DEUS FOR CONTIGO

Se Deus for a tua Inspiração, os problemas, por maiores que sejam,serão apenas barreiras que você poderá vencer.
Se Deus for o teu Orientador, na hora da dúvida, ficará bem claro,o caminho que deverás seguir, após uma singela oração.Se Deus for o teu Médico, saberás distinguir entre a doença carnal,que precisa de médico, e a doença espiritual, que só Ele pode curar.Se Deus for o teu melhor Amigo, você sabe que poderá contar com Ele a qualquer hora, na alegria ou na tristeza, com ou sem dinheiro,com coragem ou morrendo de medo, ele será teu ombro e te consolará.Se Deus for o teu Confessor, você terá com quem desabafar,falar dos seus erros, dos deslizes que todos cometemos,e Ele te perdoará e aliviará a tua alma.
Se Deus for a tua Bandeira, e se por Ele lutares,se não negares o Seu nome, o Seu amor e a importância Dele na tua vida, então, Ele também não te negará, não te deixará desamparado.
Se Deus for contigo, nada te abalará, nem pedra que caia do céu,nem terremoto que estremeça o chão, nem inimigos invisíveis da noite, e você terá o maior tesouro que um homem pode alcançar na Terra, terá a paz interior, essa paz te conduzirá a certeza,e essa certeza será transformada em fé, e essa fé produzirá frutos,e seus frutos se espalharão, e o mundo será melhor, e assim,Deus será na sua vida, o que é, foi e sempre será: Tudo!


DEUS TE ABENÇOE!

VIGIAI!

Uma coisa é certa:
se você não tomar cuidado vai cair… Vai cair sim… Se não vigiar cedo ou tarde cairá na cilada do inimigo. É Uma questão de tempo… Não adianta querer dar uma de durão, de que comigo não acontece, enfim…. Se não for vigilante vai ser pego.Nossa vigilância precisa ser levada mais a sério.Desculpe-me a força da expressão agora, mas não interessa se você está com dificuldades, se está passando por provação, se está em depressão….Pegue a sua bíblia e vai ler, dobre os seus joelhos e vai orar! Não perca tempo, é urgente!Talvez você já tenha esperado demais. Não espere chegar determinada situação. Não espere sua fé “melhorar”. Isso não existe, pois você que precisa correr atrás.Procure tempo. Não seja vencido por ele. Ore no ônibus, na fila do banco, enfim, ore, leia a Palavra, aprofunde-se na espiritualidade e não saia mais dela, pois aqueles que se consideram firmes podem cair sim. Ser vencido pelo inimigo é muito fácil, porque ele apresenta coisas boas pra gente. Coisas que nos alegram (ainda que por algum tempo), coisas que dão prazer e nos satisfazem. Mas vai durar por apenas algum tempo. Depois você é candidato à tristeza e depressão, candidato à revolta e indignação consigo mesmo. Não queira passar por isso.Volte para aquela espiritualidade que um dia você teve. Aliás, mergulhe mais ainda no coração de Deus, porque o tempo está passando e muitos estão sendo vencidos.Por isso, se caiu é melhor levantar-se. Se está no fundo do poço você só tem uma saída: para cima. Não importa o tamanho do seu pecado ou do erro que você cometeu. Agora não tem jeito: levante a cabeça e vamos em frente…. Se pecou, fazer o quê? Somos seres humanos… somos fracos…. Mas não fique mais escravizado. Quebre estas correntes agora mesmo em nome de Jesus. Meu irmão, minha irmã… todos nós estamos sujeitos. Eu também sofro tentações. Eu também passo por desânimo e dificuldades. Mas eu não posso parar se algo aconteceu. Ninguém está livre disso. Todos nós somos alvo do inimigo. Por isso, além de desviar das flechas inflamadas é melhor estar com o escudo da vigilância. Vamos! Bola pra frente. Chega de mornidão. Levante-se e tenha coragem! Bom, esse é meu grito de alerta de hoje. Espero que VC me leve a sério.

O AMOR DE DEUS

O amor de Deus é ...
Independente da nossa aparência física.

"Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada." Pv 31:30"E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, nós sabemos que falas e ensinas bem e retamente, e que não consideras a aparência da pessoa, mas ensinas com verdade o caminho de Deus." Lucas 20:21


O amor de Deus é ...

O maior amor que alguém nos pode dar.

"Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;"Ef 2:4-6


O amor de Deus é ...

Incompreensível.

"E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus." Efésios 3:19"Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." Romanos 8:39"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16


O amor de Deus é ...

Fonte de riquezas incalculáveis.

"Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda." João 15:16"E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados." Romanos 8:17


O amor de Deus é...

Renovador.

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."II Coritios 5:17


O amor de Deus é...

a razão pela qual eu lhe chamo Pai:

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;" João 1:12"Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece; porque não o conhece a ele." 1 João 3:1"Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus;" Ef. 2:19

segunda-feira, 13 de julho de 2009

VOLTEMOS AO PRIMEIRO AMOR

Todos conhecemos o livro de Apocalipse. Por se tratar da revelação das últimas coisas, ele é um livro cercado de dúvidas e indagações. O livro na verdade é uma carta destinada às sete igrejas na Ásia Menor. Eram igrejas que cultuavam ao Deus de Israel e aguardavam a volta de Jesus. Porém, essas igrejas passavam por problemas espirituais e Deus, conhecedor de todas as coisas, começa o livro exortando cada uma delas. Mas as exortações desse livro também valem para cada cristão hoje, para mim e para você.“Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Estas coisas diz aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro: Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achastes mentirosos; e tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer.” Este é o trecho da carta escrita para a igreja de Éfeso (Apocalipse 2), que foi exortada por Deus para que voltassem a prática das primeiras obras. (1-5) Segundo o comentarista da Bíblia de Estudo Plenitude (pag. 1353) esta igreja odiava o mal, não tolerava o pecado e obedecia as Escrituras. Mas o amor a Deus não era mais tão fervoroso. Viviam fazendo a obra, mas apenas por rotina, costume. A instrução do Senhor é “lembra-te de onde caístes, arrepende-te e volta a prática das primeiras obras.” (do primeiro amor) (v. 5)Nestes dias fiquei a pensar como essa Palavra encaixava-se perfeitamente na minha vida, e no meu ministério. Quanto mais o tempo passa, mais desejamos buscar o Senhor e trabalhar para Ele. Porém, na correria da nossa vida cristã, do ativismo religioso, acabamos sendo iguais a igreja de Éfeso: dançamos porque temos que dançar, cantamos porque nosso nome está na escala do louvor, pregamos porque fomos convidado para dirigirmos o culto, vamos a igreja porque já nos acostumamos. Não toleramos o pecado, já temos a Jesus como Senhor de nossa vida, mas abandonamos o calor do primeiro amor. Quando começamos a gostar de uma pessoa e esse amor é correspondido, tudo em volta parece lembrar o nosso amado ou amada. Vivemos pensando nele (a). O amor é realmente lindo!Sinto-me envergonhada em saber que muitas vezes abandono o primeiro amor e preciso voltar aonde caí. É vergonhoso às vezes chegar diante de Deus e dizer isso. Mas o meu “espelho espiritual” não falha! Creio que não só o meu, mas o de qualquer um que deseja ter mais do Senhor em sua vida. Ele disse a igreja de Éfeso para que se lembrasse onde havia caído e voltasse ao primeiro amor. O mesmo Ele faz conosco. Se pararmos para pensar um pouquinho, vamos ver no que temos errado. Só depende de nós voltarmos para trás e reiniciamos tudo de novo! Fazer o quê? Só temos duas alternativas: ou começamos do zero ou então ficamos no estado em que estamos. E se a nossa opção de escolha for a segunda, eis o que diz o Pai para nossas vidas: “Quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.” Sabe o que isso quer dizer? A luz do Senhor sairá de nossas vidas, de nosso ministério. Seremos sepulcros caiados. Sem a unção de Deus em nossas vidas, sem o brilho do seu olhar sobre nós, do que valerá tudo que fazemos?A Palavra diz que devemos ser imitadores de Deus (Ef 5.1), devemos ser santos como Ele é Santo. Mesmo sabendo que estamos no erro, Ele nos dá uma segunda chance, nos perdoa e ainda nos dá presentes; Ele nos ama incondicionalmente! Olha que grande promessa Ele faz àqueles que se mantiverem fiéis ao seu propósito: “Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.” (v. 7). Voltemos ao primeiro amor!

O PASTOR

Jesus disse: "Eu sou o bom Pastor. O bom Pastor dá vida pelas ovelhas" (João 10:11)O PastorO ministério pastoral é sublime porque é um chamado de Deus, que pela Sua Soberana vontade chama homens para conduzir o seu rebanho, a igreja. Há homens que a si mesmo se chamam e dizem que foram chamados por Deus, são aqueles que na maioria das vezes estão trazendo escândalos para a Igreja, ou são aqueles, que apesar de não trazerem escândalos, mas usam e abusam das prerrogativas do pastorado, muitos desses para conseguir um emprego, quando foram mal sucedidos na sua carreira secular. Pastorado não é profissão, mas renúncia.O Pastor e a sua famíliaO pastor é antes de tudo, o sacerdote do seu lar. Se o pastor não pastorear muito bem a sua mulher e filhos, não servirá para pastorear mais ninguém, Eli foi um péssimo sacerdote do lar e pagou caro por isso. O pastor deve trazer os filhos em obediência, não de forma despótica, mas respeito honroso e como diz a Bíblia, deve devotar aos filhos e à esposa amor, do modo "como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela" (Ef. 5: 25).Muitos pastores dão mais tempo para a Igreja que para a sua própria família, isto é errado, em primeiro lugar vem a família, afinal de contas foi a primeira instituição criada pelo Senhor. É preciso amar a igreja e trabalhar pela implantação do Reino de Deus na terra e nos corações dos homens, mas é de fundamental importância a assistência à família primeiramente.Tenho um amigo pastor que disse certa vez que iria ganhar o Estado para Cristo, pouco tempo depois voltou triste e dizendo:- Eu queria ganhar o Estado para Cristo e quase perco a minha família!O Pastor e a Igreja.A relação pastor x igreja, geralmente é conflitante por uma série de razões, que vai desde a questão salarial até o envolvimento da família do pastor no trabalho da igreja. Geralmente as igrejas contratam um pastor, mas que venha acompanhado de talentosos músicos (filhos), de uma esposa capacitada em várias áreas (mesmo que não tenha um chamado específico).As igrejas também contratam um pastor que na maioria das vezes é um "faz tudo", desde pregar, liderar, organizar, treinar, capacitar, aconselhar (funções precípuas), até ser o motorista, o juíz de paz, o delegado, o treinador, o carpinteiro, o pedreiro, etc... Nas outras atividades profissionais ou não, os que as exercem só fazem aquilo para que se prepararam. O advogado é somente advogado, o médico é só médico, o engenheiro é somente engenheiro, etc, mas o pastor é isso tudo e muito mais...Existem ainda aquelas igrejas que não querem um pastor que seja só pastor, ele tem de ser outra coisa. Há os que equacionam essa situação sem problemas, mas para a maioria dos pastores, dividirem-se entre a igreja e os negócios dessa vida (II Tim. 2: 4), é muito difícil. Creio que a deficiência de muitas igrejas está em seus pastores terem de trabalhar fora para, por exemplo, complementar sua renda familiar, quando a igreja pode pagá-lo com dignidade e não o fazem.O Pastor e Seu Deus.O pastor bem sucedido é aquele que sem sombra de dúvida, sabe que está no centro da Vontade de Deus. Não importa o lugar ou a igreja onde serve, mas sim, se está ciente de que Deus o quer ali. Esse pastor tem paz no coração apesar das dificuldades por que muitas vezes passa.O relacionamento íntimo e íntegro entre o pastor e Seu Deus é a forma ideal de vida e ministério. Há uma frase que todos conhecemos e que retrata muito bem essa situação: "Deus não chama os capacitados, mas Ele capacita os chamados". A oração, as disciplinas espirituais, o estudo sistemático da Bíblia podem fazer muito pelo ministério pastoral, mas, somente um relacionamento sincero com Deus, fará a diferença.ConselhosIgreja, ame o seu pastor, honre-o e dignifique-o. Cuide bem dele e da sua família, ore por ele, auxilie-o na sua árdua tarefa de pastorear o rebanho de Deus.Uma igreja que ama o seu pastor, que não o vê com desconfiança, que não espera uma falha sua para malhá-lo como um Judas, será uma igreja relevante para a sociedade e edificará a vida dos seus membros.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

PORQUE EU EXISTO?



Eclesiastes 1.16-18Com certeza muitos de nós já paramos para pensar na finalidade da vida. Entretanto, ainda que você nunca tenha analisado esse assunto como filósofo, vivemos de acordo com certas formas de pensamento e nossas atitudes revelam qual é a filosofia que seguimos. Sendo assim, nossas atitudes mostram qual é o nosso pensamento sobre a finalidade da vida.Por exemplo, se alguém concentra todos os seus esforços nos estudos e tem a meta de alcançar graus cada vez maiores dentro da academia, então a sua filosofia diz que o estudo é a finalidade da sua vida. O mesmo podemos dizer sobre pessoas que se dedicam dessa forma ao trabalho, ao prazer ou às riquezas. Ainda que essas pessoas digam que a finalidade de suas vidas é “conhecer a Deus e se alegrar dEle”, são as suas atitudes que vão revelar se essa finalidade é verdadeira.Essas são as perguntas que o livro de Eclesiastes busca responder. E ele as responde não teoricamente, mas a partir de experiências. Em cada etapa da vida, ele busca viver de uma maneira e tenta se concentrar em um aspecto da vida, verificando se aquele deve ser o seu objetivo último ou se aquela maneira de viver irá lhe trazer algum proveito ou vantagem.Eclesiastes 1.16-18 – ele estabelece como finalidade da vida a busca pelo conhecimento, e busca saber o que é a sabedoria, o que é a loucura e o que é a estultícia.- Sabedoria (acadêmica): saber muitas coisas sobre tudo o que existe: guerra, paz, política, economia, agricultura, veículos, armas, medicina;- Loucura: o agir daquele que está internado em clínicas psiquiátricas, comportamentos anormais;- Estultícia: imprudência, inconseqüência em ações, egoísmo, escassez moral e espiritual.Ao final, ele reconhece que a busca pelo conhecimento não traz proveito. Antes, se alguém tem como finalidade da vida o conhecimento, esse corre atrás do vento, vivendo uma vida fútil e totalmente nula.Eclasiastes 2.1-10 – ele estabelece como finalidade da vida a busca pelo prazer, e decidiu não se negar de coisa alguma que os seus olhos desejassem. Ele se entregou ao vinho (v.3) como fonte de prazer, além de bebidas, drogas e tudo o mais que pode afetar o sistema nervoso. Ele se entregou ainda ao trabalho (vv.4-6), à busca por riquezas (vv.7-8a) e à satisfação dos sentidos (vv.8b) como fontes de prazer. No entanto, no versículo 11 ele conclui que a busca pelo prazer é perda de tempo, é coisa fútil e absurda.Se alguém dedicar a sua vida para encontrar essas coisas vai encontrar uma vida vazia, e que no final vai levar somente ao desespero. Nada disso consegue trazer sustentação ou esperança à vida.No decorrer do livro de Eclesiastes o autor reflete sobre o aprendizado com as experiências, compartilhando conosco conclusões imediatas ao tempo de reflexão. Ao final, ele diz:Eclesiastes 12.1 – “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles”.Lembrar significa não apenas uma ação mental, mas também implica em agir em concordância com o pensamento. A finalidade da vida é, portanto, pensar em Deus, estabelecê-lo como o alvo da vida e agir para alcançar esse alvo. Enquanto todas as demais buscas resultam em nada, essa busca prepara a pessoa para encontrar-se definitivamente com Deus (Ec 12.7,14).

sexta-feira, 26 de junho de 2009

ELE OUVE

O mundo espiritual é invisível aos nossos olhos. A não ser que o Espírito Santo nos revele, tudo nessa esfera torna-se imperceptível diante do homem natural.Sentir, ver e ouvir pertencem ao nosso corpo carnal. Oramos ao mundo espiritual onde Deus habita e esperamos ver no mundo material que algo de fato ocorreu. E isto definitivamente não é fé. Fé é prova das coisas que não se vêem.A dimensão do Espírito é a esfera onde habita os anjos, onde a glória de Deus está. Nós desejamos ver, queremos sentir um toque, queremos ouvir palavras bem claras para crer. É difícil crer quando não vemos coisa alguma acontecer.Precisamos entender que sem fé é impossível agradar a Deus. É necessário aproximarmos de Deus, crendo que Ele existe, que Ele pode recompensar nosso esforço, que ele pode nos entregar aquilo que tanto precisamos, que Ele pode nos escutar e que nossas orações e pedidos não são em vão.Em muitos casos Deus permite que as coisas visíveis aconteçam em nossas vidas, porque a maioria delas, para nós, tem ligação com a nossa esfera material. Mas as bênçãos de Deus não são exclusivamente visíveis. Situações onde os anjos precisam atuar para lhe abençoar podem não ser vistas, ou sentidas. Livramentos de Deus, atuações do Espírito Santo, interferências divinas e muitas outras são acontecimentos da dimensão espiritual, invisível para nós.Por isso quando orar, ou suplicar ao Senhor, não pense que por não ter sentido nada você não foi ouvido. Se nossos olhos espirituais fossem abertos veríamos batalhas extraordinárias, veríamos para onde caminha o fluxo das orações dos santos e o poder que existe nas palavras de clamor. Em Apocalipse 5.8 e 8.4 diz que as orações são como incenso diante de Deus.Ao ajoelhar-se e fazer sua petição para Deus, saiba que Ele moverá o reino espiritual em seu favor, ele fará brotar esperança onde não existe, disponibilizará anjos para auxiliar você em suas dificuldades, mostrará ao mundo material o seu poder sobrenatural e lhe trará novas respostas.
Nosso Deus é um Deus vivo e recompensa a todos os que nele esperam.

ENTRE O PERDÃO E A VINGANÇA



"O dilema entre o perdão e a vingança"Com esse título, recente matéria da revista Veja (edição nº 2076, ano 41, 3/09/2008) tratou de uma das maiores lutas interiores do homem. No texto, observamos histórias de pessoas que aplicaram ou sofreram vingança por parte de amigos ou namorados. Também há histórias de pessoas que perdoaram assassinos de seus filhos. Outro trecho interessante mostra a opinião de um especialista sobre o tema. Ali, ele diz que se todos buscassem vingança, o mundo viveria um grande colapso. Em um relacionamento afetivo então, essa dicotomia se torna às vezes uma situação das mais conflitantes. A confiança entre um casal de namorados, um casal casado, entre amigos e parentes é construída passo a passo. É como um grande prédio em que cada tijolinho refere-se a um ato de confiança. No entanto, quando nos decepcionamos com alguém que traiu a nossa confiança, um grande sentimento de revolta nos toma. Mas o que um cristão deve fazer quando uma pessoa que ele ama o prejudica? A Palavra de Deus nos fala que temos que ser perdoadores. Mais do que isso. Em Mateus 6 :14 e 15, logo após ensinar os discípulos a orarem fazendo a clássica oração do "Pai nosso", Jesus diz: "... Se perdoares aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. Ora, mais direto que isso, impossível. Ele está dizendo que para experimentamos o perdão de Deus Pai, temos que primeiro sermos perdoadores.Você pode estar aí pensando: “Tudo bem pastor; isso no papel é muito bonito, mas na prática...” Isso nos leva a questão: Por que é tão difícil perdoar uma pessoa que amamos e que nos prejudicou? A resposta nos levará a essência do Cristianismo e a um desafio definitivo e transformador: Por que preferimos alimentar nossos desejos individualistas e egoístas ao invés de darmos vazão à sabedoria de Deus que habita em nós, a fim de buscarmos o saudável caminho da reconciliação?Viver na vingança é viver na mediocridade. É apenas sobreviver. É viver a amargura, beber um copo de veneno e torcer que o seu desafeto morra envenenado. Viver o perdão, pelo contrário, é experimentar o verdadeiro Critianismo. É ser livre; é confiar que Deus toma as nossas causas e que Ele é é o mais interessado em fazer a justiça por nós.Experimente perdoar e você descobrirá que não há dilemas para aquele que está debaixo do perdão do Altíssimo!

OBEDIÊNCIA


Há decisões na nossa vida que necessitam de muito mais cuidado do que a gente pode imaginar. A decisão de perdoar, de iniciar uma nova caminhada, de largar vícios, deixar o pecado, de amar...Tudo isso exige um esforço para se continuar! Talvez você tenha tomado uma decisão em um culto, em um retiro, na devocional, ouvindo uma música, ou andando na rua, e naquele momento aquela pareceu a decisão perfeita para situação... e era mesmo... Mas quando você se viu na realidade de ter que abandonar o que você fazia, ou de amar aquele que você não amava, então você percebeu quão séria foi sua decisão de mudar. Talvez pensou 'O que é que eu fiz?'. Esse sentimento não pode prevalecer sobre você. Por isso persevere! A luta contra você mesmo é a pior. Mas você pode vencer, pois continuar vivendo no erro não pode se tornar a rotina, simplesmente pelo medo de enfrentar a si mesmo e ter que renunciar! Lute contra aquilo que está errado na sua vida, permaneça na escolha de obedecer e guardar os mandamentos de Deus! Sim! Foi essa a escolha que você fez! E por mais difícil que ela seja, por mais dolorosa, por mais que tenha que abrir mão de você mesmo, essa foi a MELHOR DECISÃO que tomou!Deus está do seu lado, lembre-se disso! E Ele se agrada da sua obediência e PERSEVERANÇA! A obediência se aprende nas pequenas coisas. Muitas vezes nos desanimamos por não conseguir obedecer completamente em situações críticas. Saiba disto: A obediência se aprende, e uma grande obediência é a soma de muitos pequenos atos de obediência. Treine, persista, permaneça no caminho do aprendizado e aprenda a obedecer nas pequenas coisas da vida. Certamente não faltarão recursos para ser fiel nas grandes.
Deus é contigo

AS 50 DIFERENÇAS ENTRE O MEMBRO E O DISCÍPULO



Todo discípulo é um crente, mas nem todo crente é um discípulo. Sabe por quê?
1. O membro espera pães e peixes; o discípulo é um pescador.
2. O membro luta por crescer; o discípulo luta para reproduzir-se.
3. O membro se ganha; o discípulo se faz.
4. O membro depende dos afagos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus.
5. O membro gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo.
6. O membro entrega parte de suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida.
7. O membro cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.
8. O membro precisa ser sempre estimulado; o discípulo procura estimular os outros.
9. O membro espera que alguém lhe diga o que fazer; o discípulo é solícito em assumir responsabilidades.
10. O membro reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo.
11. O membro é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercer a sua fé.
12. O membro exige que os outros o visitem; o discípulo visita.
13. O membro busca na palavra promessas para a sua vida; o discípulo busca vida para receber as promessas da Palavra.
14. O membro só pensa em si mesmo; o discípulo pensa só nos outros.
15. O membro se senta para adorar; o discípulo anda adorando.
16. O membro pertence a uma instituição; o discípulo é uma instituição em si mesmo.
17. Para o membro, a habitação do Espírito Santo em si é sua meta; para o discípulo, é meio para alcançar a meta de ser testemunha viva de Cristo a toda criatura.
18. O membro vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
19. Os membros aumentam a comunidade; os discípulos aumentam as comunidades.
20. Os membros foram transformados pelo mundo; os discípulos transformaram, e transformarão o mundo.
21. O membro espera milagres; os discípulos os fazem.
22. O membro velho é problema para a igreja; o discípulo idoso é problema para o reino das trevas.
23. Os membros se destacam construindo templos; os discípulos se fazem para conquistar o mundo.
24. Os membros são fortes soldados defensores; os discípulos são invencíveis soldados invasores.
25. O membro cuida das estacas de sua tenda; o discípulo desbrava e aumenta o seu território.
26. O membro se habitua; o discípulo rompe com os velhos moldes.
27. O membro sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer uma igreja real.
28. A meta do membro é ir para o céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o céu.
29. O crente maduro finalmente é um discípulo; o discípulo maduro assume os ministérios para o Corpo.
30. O membro necessita de festas e eventos para estar alegre; o discípulo vive em festa porque é alegre.
31. O membro espera um avivamento; o discípulo é parte dele.
32. O membro agoniza sem nunca morrer; o discípulo morre e ressuscita para dar vida a outros.
33. O membro longe de sua congregação lamenta por não estar em seu ambiente; o discípulo cria um ambiente para formar uma congregação.
34. O membro carrega uma almofada; o discípulo uma cruz.
35. O membro se considera sócio da Igreja; o discípulo é servo;
36. O membro cai nas ciladas do diabo; o discípulo as supera e não se deixa confundir.
37. O membro é espiga murcha; o discípulo é grão que gera espigas saudáveis.
38. O membro responde talvez! O discípulo responde eis-me aqui.
39. O membro preocupa-se só em pregar o evangelho; o discípulo em pregar e fazer discípulos.
40. O membro espera recompensa para dar; o discípulo é recompensado porque dá.
41. O membro é pastoreado como ovelha; o discípulo apascenta os cordeiros.
42. O membro se retira quando incomodado; o discípulo expulsa quem realmente quer incomodá-lo: os demônios.
43. O membro pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros.
44. Os membros se reúnem para buscar a presença do Senhor; o discípulo carrega a Sua presença através do Espírito Santo.
45. Ao membro é pregada somente a salvação pelo Sangue de Jesus; o discípulo toma a Santa Ceia e anuncia às potestades do ar a vitória de Cristo sobre elas, para a glória de Deus.
46. O membro segue tentando limpar-se para ser digno de Deus; o discípulo não se olha mais e faz a obra na fé de que Cristo já o limpou.
47. O membro espera que alguém lhe interprete as escrituras; o discípulo conhece a voz de seu Senhor e testemunha dEle.
48. O membro não se relaciona com membros de outras denominações; o discípulo ama e respeita a todos, pois isto é uma ordem de Deus, e só assim o mundo o reconhecerá como discípulo de Jesus.
49. O membro procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o discípulo ora a Deus, lê a Palavra e em fé toma a decisão.
50. O membro espera que o mundo melhore; o discípulo sabe que não é deste mundo e espera o encontro com seu Senhor.

Jesus nos mandou fazer membros ou discípulos?

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O GOVERNO DA IGREJA

FORMAS DE GOVERNO EXISTENTES

TEOCRACIA – forma de governo onde o poder emana de Deus ( Israel até instituição de um Rei ) ( 1 Sm 8.1-9 )
MONARQUIA – o poder esta com um monarca, com ou sem limites. ( Dt 17.14-17 ) e ( 1 Sm 8.11-17 )
DITADURA – onde o poder concentra-se na mão de um só indivíduo, arbitrariamente

Oligarquia ou aristocracia – poder monopolizado por uma classe privilegiada.- Democracia – onde o governante é eleito por voto livre, isto é, basei-se na soberania do povo.

Deus deve estar na direção da Igreja que quer vencer.
O Espírito Santo que utiliza todas as formas de governo
que se possa conhecer, pois o Espírito foi deixado aqui na terra
para passar as instruções vindas de Jesus Cristo,Ele é o
executor da obra. Portanto o governo da Igreja deve ser
Cristocêntrico, isto é, estar em comunhão constante com Cristo.
Ef 1.22,23

À Jesus pertence toda a preeminência ( Cl 1.18 ), porém não
governa sozinho a Igreja.

Teocracia
Para isto, nos constituiu reis e sacerdotes ( Ap 1.6 )
( 1 Pe 2.9,10 ) ( At 15.28 )

Monarquia
O anjo da Igreja ( Ap 2 ), mas tem que se lembrar que não é
independente (At 15.22)

JESUS ESCOLHE OS GOVERNANTES
Jesus separa desde o ventre ( Gl 1.15 )
As obras estão preparadas para nós ( Ef 2.10 )
Portanto ninguém deve exercer ministério na igreja, sem ter certeza de que houve chamado de Deus. A Bíblia adverte que não se deve impor precipitadamente as mãos (1Tm 5.22).
A consagração precipitada de um obreiro, trará transtornos, pois não haverá obra preparada para ele, e o mesmo estará ocupando o lugar que Deus preparou para outro.
ILUSTRAÇÕES PRÁTICAS
( Hb 5.4 ) Nenhum homem pode se intitular na casa e no serviço de Deus
Exemplos:
Corá ( Nm 16 )

Isbosete como rei (2 Sm 8-11), quando Davi é que tinha sido eleito por Deus ( 2 Sm 5.1-3 ).

O LAR:A CHAVE PARA A EDUCAÇÃO CRISTÃ



TRÊS INSTITUIÇÕES DIVINAS: A Família, A Igreja e o Governo Civil.


Na medida em que se estuda a Palavra de Deus, pode-se observar que Deus estabelece diferentes "instituições" ou veículos básicos, para manifestar sua Palavra. Cada instituição tem suas responsabilidades específicas de serviço, e cada uma é chamada a realizá-las em respeito a Deus e à Sua Palavra. Na proporção que cada instituição se desvia de seu propósito e responsabilidade originais, haverá o mesmo grau de desequilíbrio e, subseqüentemente, pressão excessiva sobre as outras instituições designadas a funcionar em harmonia uma com a outra. Estas instituições, como veículo do governo de Deus, são designadas para expressar o Reino de Deus sobre a terra numa certa localidade, para que o mundo possa ver como será quando Jesus reinar nos corações dos homens.
Essas instituições são:
a) o Lar (que foi o primeiro a ser estabelecido e designado a fim de manifestar, em primeiro lugar, o governo de Deus, Gn 2:21-24);
b) a Igreja (comunidade redimida da aliança mencionada nas Escrituras como a Noiva de Cristo, ou o Corpo de Cristo, Ef. 1:22-23);
c) o Governo Civil (instituição designada para executar a justiça e as leis de Deus. Rm. 13:1-4).
No "Fórum do Professor", publicado pela Associação Cristã da Lei, temos uma discussão feita por Wallis Metts, na 5ª edição, concernente às Instituições Divinas. Professores cristãos, por exemplo, deve-se lembrar de que na "Escola" não é descrita na Bíblia, em nenhum lugar, como uma instituição. Seja qual for a função do professor na sala de aula, ele deve estar de acordo com os padrões divinamente ordenados para outras instituições. Uma vez que as Escrituras negam ao Governo, por silenciosa missão, a prática da educação das crianças, os professores devem entender que estão atuando dentro dos papéis do Lar e da Igreja. Isso ajudará imensamente na restauração da estrutura bíblica pertinente à educação.
Embora o Lar seja o "eixo" das três instituições, é evidente que, às vezes, a família espiritual (a igreja) ou simplesmente a devoção a Cristo devem preceder a entrega de alguém (compromisso) à família natural (especialmente quando a família natural pode impedir o caminhar da pessoa com o Senhor; veja Mt. 12:46-50; 19:29; Lc. 14:26-33). É também evidente que o Governo Civil, embora ordenado a guardar as leis de Deus, pode também ser um impedimento quando o homem começa a pensar que ele é soberano, no lugar de Deus. No decorrer da História e das próprias Escrituras, isso prova ser um "espinho", impedindo o homem de andar em obediência ao Senhor, praticando as leis dos homens, e não as de Deus. Em tais casos, deve-se obedecer a Deus e agradá-lo, ao invés das leis humanas, contrárias à natureza divina. (veja At. 5:29 e Mt. 22:17-22).
O Lar, entretanto, é o lugar onde Deus estabeleceu o papel do pai, da mãe e também dos filhos, para que pudessem aprender as lições básicas necessárias e tomarem lugar na divulgação de Seu Reino sobre a terra. O Lar também é a produtora chave da existência das outras duas instituições. Tanto a Igreja (através dos dízimos e das ofertas voluntárias do povo de Deus), quanto o Governo Civil (através dos impostos) dependem da produção do Lar. Se uma dessas instituições assume um papel causativo ou domina a vida individual do lar, compromete, então, a produtividade e o papel que Deus estabeleceu, e, portanto, terminará em tirania de uma instituição sobre a outra, ao invés de as três operarem em tripla harmonia. Se, por outro lado, o lar tenta existir fora das outras duas instituições ordenadas por Deus para ajudar a realizar o trabalho de expansão do Evangelho ou na proteção da divulgação do Evangelho, então o lar está em perigo, esquivando-se do mundo, o que o Senhor disse que não fizesse (I Co. 5:10). O lar deve sempre manter o equilíbrio e estar separado das maneiras e filosofias do mundo, ainda que deva alcançar o mundo, transformar outros pela graça de Deus e expandir a influência do Evangelho de Cristo de todos os meios possíveis, sejam quais forem. O quadro, a seguir, ilustra as principais responsabilidades dessas três instituições. Deve ficar bem claro, entretanto, que o lar e a igreja, muitas vezes, chocam-se em suas responsabilidades, sendo a igreja a extensão espiritual da família. A "separação" entre Igreja e Estado ou a separação de responsabilidades, não de prestação de contas (pois Jesus é o Rei Supremo sobre todas as coisas) dá-se na área da Justiça e Proteção. Por todo o V.T., era de se esperar que houvesse separação entre o Rei e o Sacerdote, entretanto, quando o Senhor voltar, esse aspecto de Justiça e Governo serão dados também à Igreja, e não mais haverá separação como a que foi mencionada. Entretanto cabe aos cristãos governar hoje e agora, seguindo a Palavra de Cristo, para que a "graça" seja estendida a todas as nações quando Ele voltar. (veja I Co. 4:4; 6:2-3; Ap. 1:5-7; 20:1-4).